A Retomada está sendo de acordo com o combinado com o fazendeiro e que foi firmado com o CNJ. Nada foi depredado, incendiado ou quebrado. Os funcionários estão quase todos os dias vistoriando e cuidando das poucas cabeças de gado que lá continuam e dos carneiros.
Muitas famílias já se mudaram para lá, já são centenas de famílias acampadas nas terras tradicionais. A expectativa é que isso seja resolvido logo e a portaria demarcatória dos 33 mil hectares seja devolvida as comunidades Indígenas das Aldeias: Ipegue, Bananal, Lagoinha, Colonia Nova, Água Branca, Imbirussú e Morrinho.
Vale ressaltar que nenhuma outra propriedade foi retomada ou teve qualquer tipo de pressão por partes dos Indígenas para com funcionários ou fazendeiros.
Desta vez o Estado de MS e o Brasil estão vendo as comunidades Indígenas e seus problemas.
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